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quinta-feira, 2 de junho de 2011

"I am number Four" - Pittacus Lore

Eu juro que nunca li um tipo de livro como este. EU JURO!
Mas também nunca pensei que me fosse apaixonar logo nas primeiras páginas!

Nove jovens extraterrestres, acompanhados pelos respectivos guardiões, fogem do seu planeta Lorien pois este está a ser atacado para esconderem-se na Terra. Os mogadorianos, responsáveis pela sua saída da sua terra-natal, perseguem-nos até ao nosso planeta.

Uma particularidade dos lorienos é que estes estão enfeitiçados de modo a que apenas possam ser mortos por ordem numérica, ou seja, do número um, ao dois, três e assim por diante, mas este feitiço pode ser quebrado se dois deles se juntarem. É por isso que mantém-se o mais longe possível uns dos outros.

Quatro, mais conhecido como John Smith, muda-se para Ohio após o Três ter sido morto, sabendo assim que é o próximo. Com os seus quinze anos, é fácil mascarar-se como estudante da pequena escola da região. Mas não é com tanta facilidade que consegue esconder os seus poderes (chamados de Legados) que começam a aparecer.

Enquanto é suposto estar a esconder-se e a tentar manter-se normal, ele apaixona-se por Sarah Hart, e algo começa a dividir-se dentro dele: contar ou não a verdade à sua amada. E é então é descoberto que a guerra começa...

Já tinha lido tão bem deste livro que tinha expectativas muito altas para ele. E elas mantiveram-se até ao fim. Apesar de alguns contratempos, como o facto de ter umas cento e cinquenta páginas pelo meio que estão lá só para encher linguiça.

Quando Quatro conta as memórias que tem de Lorien, não relembrei nenhuma outra narrativa tão emocionante: uma estória bem estruturada, sem falhas. No entanto, achei enjoativo todo aquele romantismo mais lá para o meio. Mas soube bem.

Vi o filme no dia a seguir a ter terminado a leitura; não sei se me arrependi, mas alguma coisa faltou. Deixa-me adivinhar. É o que falta em todos os filmes adaptados de livros. E qual é: as partes mais importantes do livro. Só isso... E depois meteram lá coisas sem sentido e houve algumas quebras na estória real, mas o que se pode fazer. É o que dá meter um livro de quatrocentas páginas num filme de hora e meia.

Um comentário:

  1. Esse foi uns dos poucos que eu achei filme melhor do que o livro. Em muitas partes eu achei o livro muito lento.
    Mas claro, quero continuacao com certeza!

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