Quando acabei de ler "O Braço esquerdo de Deus", não pensei que me fosse deparar com algo pior. Afinal, enganei-me. HÁ SIM PIOR! E este é um exemplo.
Mal sei do que se trata, apenas sei que cheguei à página 70 (nem cheguei à 100, dá para imaginar?), bati com o livro no chão (estava deitadinha no sofá, não me julguem), e esforcei-me para não gritar. Que horror!
Eu senti-me adormecida durante praticamente toda a leitura. Até os meus olhos recusavam-se a ler e o meu cerébro a digerir a informação (isto é, se houvesse sequer alguma).
Nós ficamos ali a navegar no alto-mar, apenas com a autora a triturar os neurónios. Isto é demais para a minha cabecinha! E olhem que eu não sou de desistir do que quer que seja. Mas às vezes... dá vontade!

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